30 Results for : vemos

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    A Pachi le encanta el helado, los tallarines y las mandarinas, entre otras comidas. Pero también le encanta hacerle preguntas a su papá científico. En este volumen explorarán juntos los porqués del mundo de las cosas: ¿por qué nos vemos al revés en una cuchara?, ¿por qué el jabón remueve suciedad?, ¿quién inventó el papel?, ¿qué pasa cuando hierve el agua?, entre muchas otras preguntas divertidas. ENGLISH DESCRIPTION The fourth installment of weird questions children ask, in novel format. Pachi loves ice cream, noodles, and tangerines, among other foods. But he also loves asking his scientist dad questions. In this volume they will both explore the whys of the world of things: why do we see ourselves upside down on a spoon? How does soap get rid of dirt? Who invented paper? What happens when water boils? among many other fun questions.
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    La investigación-acción es un método de indagación sistemática que los profesores emprenden como investigadores de su propia práctica. El inicio del proceso suele ser un problema o una situación que, como profesor, quiere cambiar. Se le apoyará para que convierta este "interesante problema" en una "pregunta investigable" y, a continuación, para que desarrolle acciones que pueda probar. Asumir el hábito de la investigación puede convertirse en un compromiso continuo de aprendizaje y desarrollo como profesional. Como estudiante -profesor- asumes la responsabilidad de ser el agente y la fuente del cambio. El profesor es un modelo a seguir y siempre una esperanza para que los alumnos aprendan y crezcan.Incluso en esta fase vemos por delante, pocos retos que dificultan el aprendizaje en el aula y las oportunidades de crecimiento. Son pocos los obstáculos que hay que abordar y las malas hierbas que hay que cortar en la base.Dinámica del aula - Investigación de la acción es un intento de sacar a la luz la investigación de la acción realizada por los estudiantes de magisterio durante su periodo de prácticas. Es un intento que nos ayuda a entender la dinámica del aula de una manera simplificada. Los esfuerzos realizados por los estudiantes de magisterio durante la realización de la investigación-acción son muy significativos.
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    A pesquisa de ação é um método de investigação sistemática que os professores empreendem como pesquisadores de sua própria prática. O início do processo é geralmente uma questão ou situação que, como professor, você quer mudar. Você será apoiado a transformar este "problema interessante 'numa' questão pesquisável e depois a desenvolver acções para tentar. Assumindo o hábito da investigação pode tornar-se um compromisso contínuo para aprender e desenvolver-se como um praticante. Como estudante - professor - você assume a responsabilidade de ser o agente e a fonte da mudança. O professor é um modelo a seguir e sempre uma esperança para os alunos de aprender e crescer.Mesmo nesta fase vemos à nossa frente, poucos desafios que dificultam a aprendizagem em sala de aula e oportunidades de crescimento. São poucos os obstáculos que precisam ser enfrentados e as ervas daninhas que precisam ser eliminadas no nível da base.Dinâmica da Sala de Aula - Pesquisa de Ação é uma tentativa de trazer à luz a pesquisa de ação feita pelos estudantes professores durante o seu período de estágio. É uma tentativa que nos ajuda a compreender a dinâmica da sala de aula de uma forma simplificada. O esforço realizado pelos estudantes docentes durante a realização de pesquisas de ação é altamente significativo.
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    ¿Te preguntas cómo algunas personas siempre parecen estar en el lugar correcto en el momento correcto? O tal vez está leyendo el periódico o viendo la televisión, y se entera de algún invento o negocio nuevo, y piensa: "Debería haberlo pensado".Las oportunidades están a nuestro alrededor, pero no siempre las vemos. Se necesita un ojo entrenado, la actitud correcta y un poco de experiencia para poder reconocer una oportunidad que nadie más ve y capitalizarla. No se equivoque al respecto: no importa lo que esté haciendo la economía, siempre hay un nuevo invento para enriquecer a alguien, o un nuevo negocio para hacernos la vida más fácil, ¡y rentable la vida del propietario!¿Le gustaría aprender a ver estas oportunidades y tomar medidas sobre ellas? Bueno, ahora puedes con "El minero de oportunidades". Aprenderá a detectar oportunidades comerciales que otros pierden, ya sea iniciar un negocio nuevo, encontrar ganancias en el mercado de valores, capitalizar la actual crisis de la vivienda o lanzar un negocio en Internet.Ver oportunidades que nadie más ve no es imposible, aunque es un desafío. Puede aprender las habilidades que necesita para aprovechar estos bolsillos ocultos de ganancias que esperan ser realizados. "El minero de oportunidades" le brindará la información que necesita para que la próxima vez pueda ser la persona en el lugar correcto en el momento correcto.
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    Entramos em uma nova etapa da modernidade, cada vez mais ocupada em debater, prevenir e gerenciar os riscos socialmente produzidos e que são resultado direto do progresso tecnológico. Esses novos riscos de alta consequência são diferentes de tudo que já enfrentamos no passado, tanto em escala quanto em complexidade. E, por serem diferentes de tudo que conhecemos e por estarem inerentemente conectados a muitos dos aspectos essenciais da modernidade, tais riscos infectam nossa sociedade com um sentimento fundamental de vulnerabilidade. As sociedades modernas são moldadas por novos riscos e incertezas fabricadas. Suas fundações são abaladas pela antecipação da catástrofe global. Os riscos estão cada vez mais permeando a sociedade moderna, afetando nossa cultura, nossa política e nossos espíritos. No advento da sociedade reflexiva de riscos, vemos florescer as incertezas científicas, o medo do desconhecido, o futuro incerto, tudo isso em meio a uma complexidade social, a uma crise do Estado-nação e ao colapso de uma ordem social sustentada por paradigmas que não mais respondem aos maiores anseios da sociedade pós-moderna. Embora sempre tenham sido inerentes à sociedade, os riscos de hoje se diferenciam daqueles de outrora por seus aspectos de globalidade, imperceptibilidade e irreversibilidade decorrentes do modelo político-econômico adotado. Como respondemos a tudo isso - enquanto sociedade global - é que continua um verdadeiro mistério.
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    Um dos temas mais discutidos no mundo é a existência de Deus. Sócrates acreditava nos deuses do Olimpo. Platão dizia que havia uma espécie de deus criador, chamado demiurgo, e Aristóteles fala sobre o primeiro motor, um ato puro, pensamento do pensamento. O primeiro testamento apresenta algumas vezes Deus como guerreiro, já o segundo apresenta-O como um Deus de amor. A Idade Média reforçou a imagem de Deus como aquele que pune os pecadores, enquanto na Idade Moderna vemos Spinoza afirmar que Deus está em tudo e tudo está em Deus. Nietzsche dizia: "Deus está morto!". A Idade Contemporânea enfatiza um Deus customizado, Deus é aquilo que penso Dele. Esta obra reflete sobre a imagem e o processo de união do ser humano com o Absoluto à luz do pensamento de Mestre Eckhart. Ele concebia a imagem de Deus refletida na alma humana a partir da desconstrução de todas as outras imagens nela preconcebidas. O pensamento de Eckhart se expressa com a visão divina sobre "a imagem e semelhança", a qual se manifesta na ausência de imagens e de atributos. O homem se descortina para o infinito quando compreende essa ausência, concebendo em seu entendimento que é Deus quem norteia as possibilidades de caminho que levam até o conhecimento dele mesmo. Em Eckhart, a união entre o homem e o Absoluto se dá através da alma, no silêncio, e isto requer um despojamento; é preciso que ela se esvazie, se desapegue do imaginário, pois imagem alguma poderia representar Deus e descortinar o Absoluto.
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    Uma deusa dos rios está cansada do namorado egocêntrico e anseia por alguém que a veja como ela é. Uma rainha do submundo precisa defender seu território, mesmo diante de um inimigo sem igual. Uma pop star quer encontrar o próprio caminho, e sua primeira parada é uma pousada no meio do nada. Uma jovem universitária só quer passar de semestre, mas o vizinho e sua música alta não estão colaborando. Nesta antologia extraordinária de contos românticos, a escritora nigeriana-britânica Bolu Babalola reconta as mais variadas histórias de amor de diferentes culturas - de africanas, iorubás e mitos gregos a relatos antigos do Oriente Médio -, com uma linguagem moderna e valores atuais. Vemos Oxum como uma campeã de natação, o Cupido em um cargo de relações públicas, Nefertiti como dona de um infame clube noturno, e visitamos desde um dormitório estudantil até uma vila escondida no meio do Mali. Estejam eles arrebatados pela paixão do primeiro amor, conscientes de que o amor-próprio deve vir antes de uma conexão romântica ou tentando achar seu lugar no mundo, os personagens destes treze contos modernos e vibrantes encaram a emoção mais complexa que podemos sentir e tentam capturar sua essência. Em uma viagem pelo mundo para além do eurocentrismo por meio de histórias curtas, Bolu nos apresenta diversos pontos de vista e nos mostra como a paleta do amor é mais colorida do que poderíamos imaginar. Afinal, nas palavras da própria autora: "O amor enriquece o mundo em que vivemos. O amor é terno, experimental, brutal e corajoso. É uma bagunça, é mágico!".
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    La revista literaria ha tenido siempre ambición de obra total: barajar géneros, autores de varias generaciones, asuntos diversos, idiomas distintos. Que entre ellas abunden las siempre divertidas revistas de grupo o de tendencia sólo anima más las posibilidades del género. Poniéndonos en la estela de las revistas que siempre nos gustaron, que nos procuraron tanta felicidad con su aspecto de enciclopedias desordenadas y libres, en Calle del Aire trataremos, dos veces al año, seguir una tradición imponente: podría contarse la historia de nuestra literatura del último siglo relatando las suertes y miserias de sus revistas literarias. En español -y sin salirnos del siglo XX- ahí está ese monumento que es Sur, o su modelo Revista de Occidente, ahí la Gaceta Literaria y Diwan y Fin de Siglo y Renacimiento y Clarín y tantísimas otras. Un lugar donde se habla de Jünger y de la Ruta 66, se leen los poemas de Ford Madox Ford y epigramas de Francisco Bejarano, hay un cuento de ciencia-ficción que es lo primero que publica un autor y el último cuento que ha escrito un maestro del género, ya expone a las claras su flexibilidad, su aspiración de obra total. Otra cosa es que lo consiga, claro, pero no va a ser por falta de ganas. Confiando en la razón que solía tener encerrada por el gusto de ambos JRJ en su casa, nos proponemos «amparar a los jóvenes, exijir, castigar a los maduros y tolerar a los viejos» ma non troppo, porque la edad -en literatura- tiene -como se ve en cada momento- menos que ver con la biología que con el ánimo, que es ánima, o sea alma, de donde no sea descabellado apreciar la juventud que aún hay en Miguel d'Ors o Gonzalo Suárez, mientras que si se da un garbeo uno por la cursipoesía que vende miles de ejemplares, el olor a cerrado de adolescencias marchitas es insoportable. Calle del Aire tuvo dos épocas anteriores. En ambas la revista no duró más que un número. Pero los récords, como sabe cualquier aficionado al deporte, están para romperlos. Y nos proponemos romper ese meritorio e insólito récord. Así que nos vemos en el segundo número.
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    La revista literaria ha tenido siempre ambición de obra total: barajar géneros, autores de varias generaciones, asuntos diversos, idiomas distintos. Que entre ellas abunden las siempre divertidas revistas de grupo o de tendencia sólo anima más las posibilidades del género. Poniéndonos en la estela de las revistas que siempre nos gustaron, que nos procuraron tanta felicidad con su aspecto de enciclopedias desordenadas y libres, en Calle del Aire trataremos, dos veces al año, seguir una tradición imponente: podría contarse la historia de nuestra literatura del último siglo relatando las suertes y miserias de sus revistas literarias. En español -y sin salirnos del siglo XX- ahí está ese monumento que es Sur, o su modelo Revista de Occidente, ahí la Gaceta Literaria y Diwan y Fin de Siglo y Renacimiento y Clarín y tantísimas otras. Un lugar donde se habla de Jünger y de la Ruta 66, se leen los poemas de Ford Madox Ford y epigramas de Francisco Bejarano, hay un cuento de ciencia-ficción que es lo primero que publica un autor y el último cuento que ha escrito un maestro del género, ya expone a las claras su flexibilidad, su aspiración de obra total. Otra cosa es que lo consiga, claro, pero no va a ser por falta de ganas. Confiando en la razón que solía tener encerrada por el gusto de ambos JRJ en su casa, nos proponemos «amparar a los jóvenes, exijir, castigar a los maduros y tolerar a los viejos» ma non troppo, porque la edad -en literatura- tiene -como se ve en cada momento- menos que ver con la biología que con el ánimo, que es ánima, o sea alma, de donde no sea descabellado apreciar la juventud que aún hay en Miguel d'Ors o Gonzalo Suárez, mientras que si se da un garbeo uno por la cursipoesía que vende miles de ejemplares, el olor a cerrado de adolescencias marchitas es insoportable. Calle del Aire tuvo dos épocas anteriores. En ambas la revista no duró más que un número. Pero los récords, como sabe cualquier aficionado al deporte, están para romperlos. Y nos proponemos romper ese meritorio e insólito récord. Así que nos vemos en el segundo número.
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    Nas crônicas, entrevistas e cartas reunidas neste livro, Graciliano Ramos revela sua visão muito particular do movimento modernista brasileiro, simbolizado pela Semana de Arte Moderna de 1922. Neste O antimodernista: Graciliano Ramos e 1922, organizado por Thiago Mio Sallae Ieda Lebensztayn,o leitor encontrará a consciência crítica e autocrítica de um Graciliano Ramos na contracorrente do triunfalismo modernista, simbolizado pela Semana de Arte Moderna de 1922. É a perspectiva de um artista que duvida da idolatria ao progresso e recusa o fascínio pelo novo, quando os exageros ignoram as desigualdades sociais do país. Não se trata, contudo, de uma defesa do tradicionalismo nem de reacionarismo. Neste livro, por meio de seus textos - crônicas, entrevistas, cartas -,vemos um Graciliano incomodado com os descaminhos da civilização ocidental, e que manifesta sua postura desconfiada e vigilante de modo contínuo. Aqui, o leitor será levado a questionar os vínculos, em termos de proximidades e diferenças, de Graciliano com Mário de Andrade e Oswald de Andrade, e com a literatura moderna nordestina - de intelectuais e artistas como Manuel Bandeira, Santa Rosa, os alagoanos Aurélio Buarque de Holanda, Valdemar Cavalcanti, Jorge de Lima, além dos representantes do chamado romance de 1930, como José Lins do Rego, Jorge Amado e Rachel de Queiroz. O leitor poderá constatar ainda como o trabalho de organizar uma antologia de contos brasileiros marcou a perspectiva de Graciliano, revelando seus critérios artísticos. Graciliano defendia a clareza da escrita e uma técnica ficcional feita de circunspecção, introspecção e respeito às palavras e aos seres, capaz de articular a representação crítica e a expressão subjetiva de impasses sociais e morais. Os textos presentesem O antimodernista permitem que se conheçam e se compreendam melhor os vínculos do autor de Vidas secas com o modernismo, suas reflexões sobre os critérios de permanência das obras de arte e seu olhar agudo sobre o Brasil. "GRACILIANO RAMOS: Os modernistas brasileiros, confundindo o ambiente literário do país com a Academia, traçaram linhas divisórias rígidas (mas arbitrárias) entre o bom e o mau. E, querendo destruir tudo que ficara para trás, condenaram, por ignorância ou safadeza, muita coisa que merecia ser salva. Vendo em Coelho Neto a encarnação da literatura brasileira - o que era um erro - fingiram esquecer tudo quanto havia antes, e nessa condenação maciça cometeram injustiças tremendas. [...] REVISTA DO GLOBO: Quer dizer que não se considera modernista? GRACILIANO RAMOS: Que ideia! Enquanto os rapazes de 22 promoviam seu movimentozinho, achava-me em Palmeira dos Índios, em pleno sertão alagoano, vendendo chita no balcão." - Trecho de entrevista concedida por Graciliano Ramos em 1948.
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