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    A Revolução dos Bichos é um ensaio político sobre como as revoluções podem ser vítimas de contrarrevoluções, virando as costas para suas próprias ideias originais. A obra chega a mapear razoavelmente o progresso de algumas revoluções históricas, principalmente a Revolução Russa de 1917. Mas, descrita dessa forma, ninguém além de alguns poucos acadêmicos algum dia se interessaria em lê-la. A genialidade de Orwell estava em atingir o mesmo objetivo através de um formato de fábula, o que encaminhou a sua história até uma audiência de massa; afinal, sua obra poderia ser entendida, como ele mesmo afirmou, por praticamente qualquer um.Então, Orwell seguiu os passos de Walt Disney e La Fontaine, que consistia em contar uma história sobre seres humanos através de animais. No processo, o autor revelou que os pecados dos revolucionários não estão limitados a pessoas diretamente envolvidas em revoluções de fato. Na verdade, esta é uma possibilidade humana permanente: um dia acreditar piamente nos mais elevados ideais, e depois eventualmente trair todos eles.Hoje, toda vez que uma revolução dá errado, as pessoas retornam às questões de A Revolução dos Bichos, e declaram que a obra estava à frente de seu tempo. Ora, mas está é precisamente a genialidade da fábula de Orwell: ao cortar todas as referências humanas contemporâneas, Orwell encontrou uma maneira de nos contar sobre nós mesmos em todo e qualquer tempo, inclusive no futuro. Esta obra é, portanto, um clássico eterno.***Número de páginas Equivalente a aproximadamente 116 págs. de um livro impresso (tamanho A5).Sumário (com índice ativo)- Capítulo 1- Capítulo 2- Capítulo 3- Capítulo 4- Capítulo 5- Capítulo 6- Capítulo 7- Capítulo 8- Capítulo 9- Capítulo 10- Epílogo: A vida de George Orwell***Por que vendemos ebooks tão baratinho? - Geralmente trabalhamos com autores em domínio público, de modo que não precisamos compartilhar direitos autorais.- Mesmo no caso dos livros de nossa autoria, ou naqueles em que trabalhamos na tradução, continua sendo de nosso interesse divulgar um conhecimento que acreditamos ser fundamental para a vida de qualquer caminhante ou buscador.- Finalmente, é o nosso hobby.[ uma edição Textos para Reflexão distribuída em parceria com a Bibliomundi - saiba mais em raph.com.br/tpr ]
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    'Você poderia me dizer, por favor, qual caminho eu devo seguir a partir daqui?' Que esta pergunta seja feita por uma garotinha perdida de casa (após ter seguido um coelho falante até sua toca) a uma espécie de gato fantasmagórico flutuante já não causa nenhuma estranheza quando chegamos na tal parte da história, pois como nos alertou a própria menina: 'há tanta coisa estranha acontecendo aqui que eu já não me surpreendo com mais nada'.Com este conto surreal e fantástico, muitas vezes sem sentido algum, noutras vezes carregado de sentido oculto e profundo, Lewis Carroll revolucionou para sempre a literatura infantil, praticamente a refundando (não surpreende que encontremos algo do seu estilo em Antoine de Saint-Exupéry e Monteiro Lobato). É aqui que conheceremos célebres personagens como o Coelho Branco, o Chapeleiro Louco e o Gato de Cheshire. É aqui que veremos, quem sabe, a primeira descrição genuína dos sonhos infantis. É aqui que celebraremos toda a magia da boa literatura - esta que não morre nunca.Incontáveis peças de teatro, filmes e livros secundários foram criados por conta desta obra preciosa, mas nada substituí ler o original; ainda mais quando se trata da tradução de um de nossos maiores escritores, Monteiro Lobato, numa edição recheada com as clássicas ilustrações de John Tenniel e Arthur Rackham. Bem-vindo ao País das Maravilhas!O editor.***[número de páginas] Equivalente a aproximadamente 120 págs. de um livro impresso (tamanho A5).[sumário, com índice ativo]- Prefácio- 1. Descendo a Toca do Coelho- 2. A Lagoa de Lágrimas- 3. A Corrida da Convenção e uma Longa História- 4. O Coelho envia o Pequeno Bill- 5. Conselhos de uma Lagarta- 6. Porco e Pimenta- 7. Uma Louca Festa do Chá- 8. O Campo de Croquet da Rainha- 9. A História da Tartaruga Falsa- 10. A Quadrilha da Lagosta- 11. Quem Roubou as Tortas?- 12. O Depoimento de AliceObs.: Este livro digital foi ilustrado com mais de 50 desenhos de John Tenniel e Arthur Rackham ao longo dos capítulos, o que pode ser conferido na amostra gratuita. Quase todos os desenhos são coloridos; recomendamos que tentem ler num tablet![ uma edição Textos para Reflexão distribuída em parceria com a Bibliomundi - saiba mais em raph.com.br/tpr ]
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    Schopenhauer encontrou nas tradições do hinduísmo, do budismo, e até mesmo do misticismo cristão, o caminho possível para vencer Maya, representação ilusória e impermanente do mundo, e nos voltarmos para a Eternidade, um pensamento de cada vez.A grande questão é que, apesar de seus extraordinários esforços, o filósofo ainda foi limitado pelas palavras, pela linguagem, pela racionalidade tão comum no Ocidente. Assim, talvez tenham sido poucos os que chegaram a compreender que o seu pessimismo era antes um chamamento, um incentivo a que nós mesmos nos arriscássemos também a abandonar Maya, rumo ao Nirvana, rumo a Vontade, rumo ao que em realidade existe, sempre existiu e sempre há de existir.Mas isso ainda seria filosofia? Não sei bem. Fato é que Schopenhauer tampouco esteve preocupado com tais classificações. No fim das contas tudo pode ser resumido em algumas poucas reflexões:O mundo é a minha representação, mas é possível transcender esta representação? E, em sendo, é possível descrever tal transcendência com palavras? Em suma, é possível relatar a face da Eternidade?Talvez tais perguntas só possam mesmo ser respondidas pelo ser que se aventura neste caminho. E se forem de fato respondidas, temo que só mesmo ele, o caminhante, consiga compreender as respostas.Então não custa nada tentarmos seguir neste caminho também. Talvez esta leitura, de trechos selecionados das grandes obras de Schopenhauer, 'O mundo como vontade e representação' e 'Parerga e Paralipomena', seja já um vigoroso primeiro passo, ou quem sabe mais um proveitoso material de consulta para os aventureiros... Boa viagem!O editor.***[número de páginas] Equivalente a aproximadamente 120 págs. de um livro impresso (tamanho A5).[sumário, com índice ativo]- Prefácio- 1. A Metafísica do Amor- 2. Ensaio acerca das mulheres- 3. A arte, o estilo, a literatura- 4. Pensamentos acerca da religião- 5. Pensamentos acerca da política- 6. Pensamentos acerca do homem e da sociedade- 7. O homem e os animais- 8. Características dos diferentes povos- 9. As dores do mundo- 10. As misérias da vida- 11. Resignação e libertação- EpílogoObs.: Todas as passagens em latim (e outras línguas) trazem a tradução ao lado.[ uma edição Textos para Reflexão distribuída em parceria com a Bibliomundi - saiba mais em raph.com.br/tpr ]
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    Alguns dizem que veio do Egito Antigo, tão antigo que influenciou tanto Abraão quanto o Judaísmo, tanto os sábios hindus quanto o Hinduísmo, tanto as escolas de mistérios gregas quanto a própria Filosofia. Ninguém sabe como e por quais meios ocultos sobreviveu há tantos séculos e tantas civilizações, mas quando Giordano Bruno foi condenado à fogueira por tentar transformar o cristianismo em "algo cósmico", ou quando Nicolau Copérnico lançou a teoria do heliocentrismo em seu "Da Revolução das Esferas Celestiais", lá estava ele: Hermes o Três Vezes Grande. E, apesar de esquecido nos dias atuais, foi o hermetismo quem garantiu em boa parte a sobrevivência e o rápido avanço da chamada ciência moderna em sua aurora renascentista. Afinal, quiçá milênios antes do advento da própria física de partículas, já nos dizia o "Caibalion" que "tudo vibra, e nada está parado".Escrita e publicada no início do século 20 por estudantes anônimos do hermetismo, esta obra introdutória traz preceitos e axiomas do antigo hermetismo, comentados e explicados para uma nova era e um novo público. Publicado originalmente em inglês, nos EUA, este "Caibalion" é mesmo um fruto de nosso tempo, porém ele se refere a outro "Caibalion", bem mais antigo e oculto, que se perdeu nos anais da história, mas que se encontra preservado nas mentes e nas almas de todos aqueles que não deixaram morrer a chama. Acaso deseje se tornar um jogador no jogo de tabuleiro da vida, e não mais mera peça a ser movida pelas circunstâncias e influências externas, este pequeno livro cheio de luz pode ser o seu guia nas noites mais escuras.O tradutor.***Traduzido diretamente do original por Rafael Arrais, autor do livro "Ad infinitum: um diálogo sobre o Tudo", e que também já traduziu outras obras sagradas da humanidade, como o "Bhagavad Gita", o "Tao Te Ching" de Lao Tse, o "Gitanjali" de Tagore e "O Profeta" de Gibran.***[número de páginas] Equivalente a aproximadamente 133 págs. de um livro impresso (tamanho A5).[sumário, com índice ativo]- Uma breve introdução ao hermetismo- Uma nota acerca da autoria desta obra- Introdução- 1. A Filosofia Hermética- 2. Os Sete Princípios Herméticos- 3. A Transmutação Mental- 4. O Todo- 5. O Universo Mental- 6. O Paradoxo Divino- 7. O Todo em Tudo- 8. Os Planos de Correspondência- 9. Vibração- 10. Polaridade- 11. Ritmo- 12. Causalidade- 13. Gênero- 14. Gênero Mental- 15. Axiomas Herméticos- Epílogo[ uma edição Textos para Reflexão distribuída em parceria com a Bibliomundi - saiba mais em raph.com.br/tpr ]
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    Narizinho tem sete anos e é morena como jambo. Emília, a boneca de pano feita pela Tia Nastácia, acaba se tornando uma boneca falante e espevitada após engolir uma pílula mágica. Pedrinho, primo de Narizinho, mora em São Paulo com a mãe, mas adora vir passar as férias no Sítio do Picapau Amarelo, propriedade da sua avó, Dona Benta, que é exímia contadora de histórias. Esses são alguns dos personagens que têm, há quase um século, habitado o imaginário popular de muitas das crianças brasileiras, e também dos adultos que ainda não se esqueceram da sua criança interior.Em 1920, Monteiro Lobato publicou 'A menina do narizinho arrebitado', o primeiro livro infantil do Brasil. Lançado em plena época de Natal, logo se tornou um fenômeno editorial. Nesse livro surgiram os personagens citados acima, que foram mais tarde reaproveitados em 'Reinações de Narizinho' (1931), uma versão ampliada de 'A menina do narizinho arrebitado' e de muitos outros contos infantis escritos por Lobato na década de 20. Em 1933, surgiu 'Novas reinações de Narizinho', contando mais aventuras dos personagens do Sítio. Nos anos 1940, 'Reinações de Narizinho' e 'Novas reinações de Narizinho' foram unidos num único livro, sendo este o primeiro volume infantil das Obras Completas de Monteiro Lobato: é esta, precisamente, a edição que você tem em mãos.O Sítio do Picapau Amarelo também se tornou um grande sucesso na TV Globo em séries e desenhos animados, desde 1982. Assim, muitos de vocês provavelmente já conhecem Narizinho, Emília e Pedrinho. Em 2019, com a obra de Monteiro Lobato adentrando o domínio público, surgiu esta oportunidade para que ela pudesse chegar até vocês com preço mais acessível. Portanto, não percam a oportunidade de ler esta que é a primeira e até hoje a mais importante obra da literatura infantil brasileira.O editor.***[número de páginas] Equivalente a aproximadamente 370 págs. de um livro impresso (tamanho A5).[sumário, com índice ativo]- Narizinho arrebitado (em 7 partes)- O Sítio do Picapau Amarelo (em 12 partes)- O Marquês de Rabicó (em 5 partes)- O casamento de Narizinho (em 7 partes)- Aventuras do Príncipe (em 8 partes)- O Gato Félix (em 3 partes)- Cara de coruja (em 9 partes)- O irmão de Pinóquio (em 7 partes)- O circo de cavalinhos (em 6 partes)- Pena de papagaio (em 10 partes)- O pó de pirlimpimpim (em 7 partes)- Sobre o autorObs.: versão sem ilustrações interiores.[ uma edição Textos para Reflexão distribuída em parceria com a Bibliomundi - saiba mais em raph.com.br/tpr ]
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    Se houve algum homem que se aproximou do ideal de 'rei-filósofo' da República de Platão, e conseguiu ser bem sucedido tanto na condução do Estado quanto no caminho da filosofia, este homem foi Marco Aurélio, imperador de Roma. Ele foi o último dos cinco imperadores que governaram o Império Romano num período conhecido como Pax Romana (Paz Romana), que durou até a sua morte, em 180 d.C. Curiosamente, a última década de sua vida foi quase toda dedicada a defender o Império de invasores bárbaros - havia paz dentro do Império, mas não em suas fronteiras.Devido a haver sido educado pelos melhores mentores e sábios de sua época, Marco Aurélio conheceu a fundo a filosofia grega, e veio a se apaixonar pelo estoicismo, particularmente pela obra de Epicteto. Sem dúvida teria sido mais simples se dedicar à filosofia estoica no espaço reservado de uma escola filosófica, mas isto não foi possível ao imperador Marco Aurélio, que tinha literalmente o maior império de seu tempo dependendo dos seus cuidados. O fato de ele ter sido bem sucedido em seu caminho filosófico, mesmo diante de tantas responsabilidades e atribulações, faz dele quase que um exemplo de homem divino, embora ele próprio pouco se importasse com a fama.Aliás, Marco Aurélio jamais desejou publicar obra alguma. As suas Meditações, que tinham a si mesmo como destinatário, eram nada mais que diários pessoais, escritos sabe-se lá a qual custo em meio ao seu governo. De fato, ele passou os últimos dez anos de sua vida residindo longe do conforto de Roma, defendendo a fronteira norte do Império dos ataques de povos bárbaros. E ao que tudo indica foi precisamente nesses anos, quem sabe para ajudar a si mesmo a ser resiliente a guerra, quem sabe por puro amor a filosofia, que Marco Aurélio escreveu e presenteou a história da filosofia com esta obra.O tradutor.***Número de páginas Equivalente a aproximadamente 160 págs. de um livro impresso (tamanho A5).Sumário (com índice ativo)- Prefácio- Livro I- Livro II- Livro III- Livro IV- Livro V- Livro VI- Livro VII- Livro VIII- Livro IX- Livro X- Livro XI- Livro XII- Notas***Por que vendemos ebooks tão baratinho? - Geralmente trabalhamos com autores em domínio público, de modo que não precisamos compartilhar direitos autorais.- Mesmo no caso dos livros de nossa autoria, ou naqueles em que trabalhamos na tradução, continua sendo de nosso interesse divulgar um conhecimento que acreditamos ser fundamental para a vida de qualquer caminhante ou buscador.- Finalmente, é o nosso hobby.[ uma edição Textos para Reflexão distribuída em parceria com a Bibliomundi - saiba mais em raph.com.br/tpr ]
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    Com o seu 1984, George Orwell reinventou o romance de ficção científica. Quando menino, ele adorava os romances de H. G. Wells. Como Wells, ele se apoderou das tendências de seu próprio tempo, e tentou imaginar como elas poderiam se desenvolver no longo prazo. Seu romance está situado na Pista Um, um lugar outrora conhecido como Grã-Bretanha, mas então uma província do superestado da Oceania - preso em um conflito ideológico perpétuo com dois outros blocos: Eurásia e Lestásia.Como todos os grandes romances distópicos, o livro de Orwell era uma tentativa de alertar a sua própria sociedade para suas próprias tendências alarmantes. Por exemplo, ele podia ver que o que pode aterrorizar um país não é tanto a tortura pura e simples, ou restrições encobertas à liberdade de expressão, mas um 'adormecer' dos cidadãos, através de entretenimento sofisticado e informações vazias de significado - tudo embrulhado em uma referência constante à liberdade.Assim, em 1984, a sociedade está repleta de novas máquinas intrigantes: telas onipresentes que viciam e, ao mesmo tempo, vigiam constantemente seus cidadãos. As pessoas, no entanto, não sentem que são escravizadas. Como Orwell entendia tão bem, os regimes realmente inteligentes e assustadores do mundo moderno não são aqueles obviamente ditatoriais; eles são democráticos na aparência, e dão aos seus cidadãos a nítida sensação de estarem livres; mas, na realidade, os cegam com distrações constantes.Orwell teve a sabedoria de fazer a si mesmo notavelmente à prova do futuro. Ele estava cansado de abstrações econômicas e políticas, e começou seu trabalho perto da verdade da vida comum. Assim, ele escreveu com total clareza sobre duradouros e eternos temas da natureza humana. Ele é, quem sabe, o mais bem sucedido escritor de língua inglesa do século XX, e nos deu ferramentas para continuar a imaginar o que deve ser a escrita em nosso próprio tempo.O tradutor Rafael Arrais já teve suas traduções publicadas no mercado impresso, onde se destacam duas, pela Faro Editorial: A Revolução dos Bichos de George Orwell (ISBN: 6586041562) e O Pequeno Príncipe de Antoine de Saint-Exupéry (ISBN: 658604104X). Mas foi no mercado digital que ele conseguiu emplacar diversas traduções como o principal tradutor das Edições Textos para Reflexão. Além de tradutor, é poeta, editor e escritor de filosofia e literatura em geral.***Número de páginas Equivalente a aproximadamente 360 págs. de um livro impresso (tamanho A5).Sumário (com índice ativo)- Parte 1 (Cap. 1 a 8)- Parte 2 (Cap. 1 a 10)- Parte 3 (Cap. 1 a 6)- Apêndice: Os Princípios da Novalíngua- Epílogo: A vida de George Orwell***Por que vendemos ebooks tão baratinho? - Geralmente trabalhamos com autores em domínio público, de modo que não precisamos compartilhar direitos autorais.- Mesmo no caso dos livros de nossa autoria, ou naqueles em que trabalhamos na tradução, continua sendo de nosso interesse divulgar um conhecimento que acreditamos ser fundamental para a vida de qualquer caminhante ou buscador.- Finalmente, é o nosso hobby.[ uma edição Textos para Reflexão distribuída em parceria com a Bibliomundi - saiba mais em raph.com.br/tpr ]
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    Este livro é uma seleção dos textos místicos de Fernando Pessoa:Pessoa escreveu sobre a alma humana, este é todo o seu misticismo; e conforme tantos outros poetas da alma, para saber realmente quem foram, quem são, teríamos antes de saber quem somos, em nossa essência mais profunda, inefável, transcendente... Teríamos, como os Rumi, as Teresa D'Ávila, os Tagore, os Gibran e os Pessoa, de haver conhecido a Alma face a face.A Rua dos Douradores não existe em Portugal nem em canto algum, mas existe sempre. Tudo o que foi imaginado existe. E tudo o que foi imaginado no Reino da Alma existe eternamente, existe sempre. Isto que estou a falar não pode ser falado - isto é mitologia pura.Todos os símbolos da mitologia, afinal, dizem respeito a você: Você enfrentou aos deuses monstruosos de sua própria alma? Você venceu e apaziguou os seus demônios interiores? Você despertou de sua vida de sonolência animal para uma nova vida onde pode ver, finalmente, que há só uma única Alma que está em tudo, e que você mesmo é também uma pequena parte dela?'Deus é a alma de tudo' - concluiu o próprio guarda-livros num de seus lampejos de consciência desperta... Em nossa essência mais profunda, somos como heterônimos de algum Escritor oculto, somos um com o ser transcendente.Mas isto que quero tentar dizer não foi dito aqui, e nem em qualquer parte da obra pessoana. Pois isto não se diz com palavras, com cascas de sentimento... Para isto existe a poesia, que diz alguma coisa, sem realmente haver dito.Este meu translado pela mitologia pessoana foi apenas o querer dizer alguma coisa, e não haver dito nada. Para aqueles que já conheciam a obra de Pessoa, estas seleções talvez tragam algumas boas recordações. Para aqueles que nunca o leram antes, quero crer que estas seleções lhes sirvam como uma 'introdução mística' ao seu pensamento. A única coisa que este livro não é, nem pretendeu ser, é um livro acadêmico. Notas de rodapé vocês encontrarão aos montes em outras seleções (nada contra as notas de rodapé nem contra as outras seleções, muitas delas muito superiores a esta, que é apenas uma pequena declaração de amor ao poeta que foi muitos)...O editor.***[número de páginas] Equivalente a aproximadamente 190 págs. de um livro impresso (tamanho A5).[sumário, com índice ativo]- Introdução- Sinais usados na transcrição do texto- Cap.1: Não há sono no mundo- Cap.2: O universo não é meu: sou eu- Cap.3: Não sei o que é a Natureza: canto-a- Cap.4: O marinheiro- Cap.5: Isso é belo demais para que esteja perto da morte- Cap.6: Vem sentar-te comigo, Lídia, à beira do rio- Cap.7: Deus é a alma de tudo- Epílogo- Apêndice- Agradecimentos finais[ uma edição Textos para Reflexão distribuída em parceria com a Bibliomundi - saiba mais em raph.com.br/tpr ]
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    Em 2014, um estudo encomendado pela organização Folio Society perguntou a mais de 2.000 britânicos qual era o livro mais valioso da humanidade. 'A Origem das Espécies' ficou em segundo lugar (35%), logo atrás da 'Bíblia Sagrada' (37%). O fato de Charles Darwin ser britânico talvez lhe tenha auxiliado, mas ainda assim ele ficou a frente das obras de um certo William Shakespeare, para dar um exemplo, que é seu conterrâneo. O que sabemos é que esta obra, apesar de essencialmente acadêmica e de leitura relativamente densa (embora Darwin tenha se permitido muitos momentos poéticos, principalmente no último capítulo), mudou para sempre a nossa concepção da vida e da natureza, e serve até hoje de alicerce primordial para ramos científicos como a biologia e a genética, que desabariam sem a teoria da seleção natural.Darwin por certo sabia o que tais ideias causariam nas religiões criacionistas do Ocidente, tanto que as guardou consigo por muitos anos, e quando finalmente as publicou, ao perceber que já estavam surgindo por outras vias acadêmicas (principalmente através do coautor da teoria, Alfred Russel Wallace), os 1.250 exemplares de sua primeira tiragem se esgotaram em menos de 24h. Desde esse dia, 24 de Novembro de 1859, o mundo nunca mais deixou de discutir tais ideias.Se você é do tipo religioso, é compreensível que tenha um pé atrás com esta obra, uma vez que é inegável que ela contradiz diretamente alguns trechos do 'Gênesis'. Porém, há que se permitir certa reflexão interna, há que se perguntar se o Criador revelado por Darwin não seria um Engenheiro da Vida ainda mais sábio e grandioso, ao permitir que cada ser vivo tenha vindo a existência simples como uma pequena semente, e que pudesse se desenvolver na árvore mais frondosa, através de centenas de milhões de anos de lenta e constante evolução...Afinal, como bem concluiu Darwin: 'Não há uma verdadeira grandeza nesta forma de considerar a vida, com os seus poderes diversos atribuídos primitivamente pelo Criador a um pequeno número de formas, ou mesmo a uma só? Ora, enquanto que o nosso planeta, obedecendo à lei fixa da gravitação, continua a girar na sua órbita, uma quantidade infinita de belas e admiráveis formas, saídas de um começo tão simples, não têm cessado de se desenvolver e desenvolvem-se ainda hoje!' O editor.***[número de páginas] Equivalente a aproximadamente 610 págs. de um livro impresso (tamanho A5).[sumário, com índice ativo]- Introdução- 1. Variação das espécies no estado doméstico- 2. Variação no estado selvagem- 3. Luta pela existência- 4. A seleção natural ou a persistência do mais apto- 5. Leis da variação- 6. Dificuldades levantadas contra a hipótese da descendência com modificações- 7. Contestações diversas feitas à teoria da seleção natural- 8. Instinto- 9. Hibridez- 10. Insuficiência dos documentos geológicos- 11. Da sucessão geológica dos seres organizados- 12. Distribuição geográfica- 13. Distribuição geográfica (continuação)- 14. Afinidades mútuas dos seres organizados; morfologia; embriologia; órgãos rudimentares- 15. Recapitulações e conclusões- Epílogo: um resumo da evolução (por Otávio Fossa de Almeida)- Glossário de termos científicos[ uma edição Textos para Reflexão distribuída em parceria com a Bibliomundi - saiba mais em raph.com.br/tpr ]
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